O aguardado novo filme da franquia Extermínio: O Templo dos Ossos — sequência de Extermínio: A Evolução — já começa a gerar barulho entre a imprensa especializada e o público que conferiu as primeiras exibições. Diversos veículos do Reino Unido e dos Estados Unidos liberaram impressões nas redes sociais, e a recepção tem sido bastante positiva.
Principais elogios ao filme
Há quem afirme que o longa é “o melhor da franquia”.
De acordo com o crítico Dimitri Kraus:
"O Templo dos Ossos é brilhante: uma sequência que opera numa frequência muito mais estranha do que seu antecessor, abordando a ideia de um falso deus de uma maneira surpreendentemente complexa. Embora não seja tão inventivo formalmente, achei sua narrativa concisa mais forte e emocionalmente mais impactante."
Outro comentário, de Ryan Hollinger, destaca que o filme “é uma sequência brutalmente audaciosa de Extermínio: A Evolução” e que, em grande parte, o longa “deixa os infectados de lado para explorar temas como culto, trauma, psicose e compaixão”, sendo descrito como “facilmente mais polarizador que o anterior”.
A performance do elenco também tem sido muito elogiada. Para Ralph Fiennes, o papel teria “adicionado novas camadas poéticas de complexidade” ao personagem, culminando em “uma exibição incendiária de loucura e êxtase, digna de heavy metal”. Já Jack O'Connell é citado como “perturbadoramente hilário” no papel do desequilibrado St. Jimmy — descrito como “um homem totalmente convencido de ser o próprio filho do diabo”.
Outros relatos comentam que o filme mistura humor e tensão, mantendo “uma tensão absoluta do início ao fim”. Para o crítico Paul Klein, o resultado foi surpreendente e chocante em vários momentos.
Diversos críticos lembram que “O Templo dos Ossos aprofunda a mitologia da franquia com novas perguntas e algumas respostas há muito aguardadas, no capítulo mais silencioso, porém inegavelmente mais brutal da série.”
O que se sabe até agora sobre o filme
A trama do filme é ambientada como parte da nova trilogia da franquia. O primeiro filme desse novo arco é Extermínio: A Evolução. O filme é dirigido por Nia DaCosta e, segundo as informações, será lançado em 15 de janeiro de 2026. O conjunto de impressões sugerem que a proposta da nova obra vai além do terror clássico com infectados: há um mergulho em temáticas mais densas, como fé, psicose, trauma e a fragilidade da sanidade — o que marca uma guinada no tom da franquia.
Implicações da recepção
A recepção extremamente positiva nas primeiras reações cria uma expectativa alta para o lançamento mundial do filme. Com elogios ao roteiro, à construção de atmosfera, à atuação e à ousadia temática, “O Templo dos Ossos” chega prometendo reinventar (ou pelo menos expandir) o universo de “Extermínio” — alcançando possivelmente não apenas fãs de terror/zumbis, mas também públicos interessados em horror psicológico e dramas intensos.
Se as impressões iniciais forem indicativo, o longa pode se tornar mais do que mais um capítulo da franquia: talvez um dos mais memoráveis.
“Extermínio: O Templo dos Ossos” já nasce cercado de elogios: muitos analistas consideram o filme “o melhor da franquia”, e há quem destaque sua ousadia narrativa, sua intensidade emocional e as performances marcantes do elenco. A nova abordagem — menos focada em infectados e mais em horror psicológico, trauma e fanatismo — parece abrir caminho para um capítulo diferente dentro da série. Com estreia marcada para janeiro de 2026, o público e os fãs da franquia têm motivos reais para manter as expectativas lá no alto.